Lediane, Francisca, Mayla, Rafaela, Maria, Eva, Rosangela, Natália, Gisele. Por trás de cada um desses nomes, havia uma história, sonhos e uma vida que foi interrompida. Elas fazem parte de uma estatística dolorosa: em 2024, mais de 3 mil mulheres foram vítimas de homicídios no Brasil. E em metade desses casos, armas de fogo foram o instrumento usado para silenciar suas vozes.

Enquanto o índice de homicídios caiu naquele ano, a realidade para mulheres permaneceu crítica. Dentro de casa, onde deveriam estar seguras, cresceram as agressões fatais. Na 5ª edição do relatório "Pela Vida das Mulheres: O Papel da Arma de Fogo na Violência de Gênero”, o Instituto Sou da Paz apresenta dados atualizados sobre violência letal e não letal contra mulheres no país. Conheça mais e saiba como é possível mudar esse cenário. 

Enquanto o índice de homicídios caiu naquele ano, a realidade para mulheres permaneceu crítica. Dentro de casa, onde deveriam estar seguras, cresceram as agressões fatais. Na 5ª edição do relatório "Pela Vida das Mulheres: O Papel da Arma de Fogo na Violência de Gênero”, o Instituto Sou da Paz apresenta dados atualizados sobre violência letal e não letal contra mulheres no país. Conheça mais e saiba como é possível mudar esse cenário. 

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3.642 mulheres

foram assassinadas em 2024,

47% das mortes foram

cometidas com arma de fogo 

O uso de arma de fogo aumenta cerca de 85% a chance de morte da vítima

Os registros de feminicídios também cresceram 10%

Quem são as principais vítimas?

A violência letal atinge principalmente mulheres jovens e adultas:

  • 68% dos homicídios ocorreram entre 18 e 44 anos.
  • Nos casos com arma de fogo, há maior concentração entre 18 e 29 anos. 


A desigualdade racial permaneceu marcante, mulheres negras representam 72% das vítimas da violência armada. E, regionalmente, o Nordeste possui as maiores taxas desse tipo de violência no país. 

A violência letal atinge principalmente mulheres jovens e adultas:

  • 68% dos homicídios ocorreram entre 18 e 44 anos.
  • Nos casos com arma de fogo, há maior concentração entre 18 e 29 anos. 


A desigualdade racial permaneceu marcante, mulheres negras representam 72% das vítimas da violência armada. E, regionalmente, o Nordeste possui as maiores taxas desse tipo de violência no país. 

Proteger mulheres é salvar vidas

Esse cenário não pode ser visto com naturalidade, é necessário que medidas urgentes sejam colocar em prática o quanto antes para garantir que mulheres possam viver com segurança e dignidade:


- Homens, cidadãos e gestores, assumirem seu papel como parte da solução


- Reduzir o acesso de agressores a armas de fogo


- Criar e fortalecer delegacias especializadas no atendimento a mulheres e centros de acolhimento


- Fortalecer canais de denúncia a rede de

proteção e enfrentar desigualdades raciais, territoriais e de gênero

Se você sofre ou conhece alguma mulher em situação de vulnerabilidade, ligue 180 e denuncie!


Acesse a pesquisa e conheça também os dados sobre violência armada não letal.

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